quarta-feira, 6 de junho de 2012

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São medos, medos que eu gostava de não ter ou até gostava de ultrapassar mas não consigo. Sinto-me insegura e tão frágil. Não gosto de ser assim mas não consigo ser de outra forma.
A vida é realmente muito estranha e dá tantas voltas. Em Março do ano passado começamos a conhecer-nos mas ambos sabíamos que não ia passar disso, passou-se o verão e a escola começou…em Novembro, comecei a ver as coisas com outros olhos, a princípio achava que ia ser só mais uma vez e aquilo acabaria por ali mas não, foi uma e depois veio outra, outra e outra e os dias foram passando e os meses também. Comecei a gostar realmente de ti e apesar de toda a gente me dizer que estava errada e que isso não poderia acontecer, eu não liguei e continuei. Foram muitas as vezes que chorei, que me apeteceu dizer um grande ‘chega’, que senti o coração tão apertadinho e fiquei tão magoada mas apesar disso tudo…desistir nunca. Existiram coisas más mas as boas acabaram sempre por supera-las…tanto carinho, tanto amor, tanto desejo. Morro de ansiedade para te tocar, para te beijar, encher de ternura e tudo de bom que possa existir. Tento dar o meu melhor. Por ti e por nós. Passaram-se oito meses e acho que continuamos os dois sem ter a noção disso. Muitos bons e maus momentos e nada me fez desistir de ti, nem nada te fez desistir de mim (sim, porque não me considero nada fácil de aturar e de entender) E agora? Tenho medo, tenho receio de como as coisas vão ficar mas por mim irá continuar tudo igual pois ainda temos muito para dar. Ninguém mas ninguém é capaz de imaginar aquilo que és para mim, amor. Não te esqueças...

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