segunda-feira, 11 de julho de 2011

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Não sabes, nem sonhas as saudades que eu tenho tuas. Sinceramente não sei, não me entendo. Devo ser mesmo tola como tu dizes. Já passou um ano desde que tudo isto começou e desde Setembro não houve um único dia em que eu não pensasse em ti. Houvera dias em que chorei, outros em que sorri, outros até que só o simples facto de olhar para ti me irritava porque percebia que nada tinha mudado. Tentei deixar-te para trás, tentei esquecer-te (das piores formas até) mas nunca o consegui. Sinceramente, acho que não há nada melhor que tu. Não havia nada melhor do que adormecer a falar contigo e acordar a ler uma mensagem tua e ficar com um enorme sorriso, do que passar as tardes contigo a rir-me, do que adormecer sabendo que estas do meu lado e acordar durante a noite e ficar a ver-te dormir e aperceber-me que realmente és maravilhoso.
Conheço-te bastante bem até mas a tua cabeça e o teu coração? Acho que nem um bocadinho os conheço, são tão complicados e tão difíceis de entender que me complicam a mim própria. Tenho medo daquilo que sinto, medo de nunca conseguir entender-te e fazer figura de parva. Medos que sempre existiram, sempre os tentei deixar para trás, nem neles pensar e é isso que vou continuar a fazer.
Sei, do fundo do coração, que és das melhores pessoas que alguma vez tive na minha vida. Gosto muito de ti, à minha maneira mas gosto. Eu sei que foram raras as vezes em que o demonstrei mas nunca, nunca duvides disso. É verdadeiro. Aos poucos espero que entendas aquilo que significas para mim…

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