Falamos de mortes e chorei. Chorei
porque só me vem uma pessoa à cabeça quando se toca nesse assunto. Não se
passou assim tanto tempo, passaram-se uns míseros meses e as saudades só
começaram à aparecer à pouco. Até as pequenas coisas me fazem pensar nela. Os
almoços aos Domingos, perderam-se. Os beijinhos e os abraços mais ternurentos
que poderia receber, já não existem. Lembro-me tão bem do dia em que soube,
lembro-me tão bem de estar no funeral e de não conseguir parar de chorar, de
sentir o coração tão pequenino e uma dor tão grande, de a minha irmã se amarrar
a mim a chorar e ficarmos assim imenso tempo. Tenho tantas saudades e as pessoas
não entendem isso e também não me dou ao trabalho de explicar. Choro porque
tenho dificuldade em não o fazer mas sempre que me vêm chorar, acham que
simplesmente é por causa de um rapaz, até a minha própria mãe o acha mas não,
enganam-se tanto.
Tenho amigas e por vezes acho que já nem as reconheço, foi só mais uma desilusão e nem me vou dar ao trabalho de ser eu a tentar resolver. Falei com o P e é bom saber que podemos passar muito tempo sem falar e as coisas permanecerem iguais e recordamos as ‘tristezas’ do nosso décimo ano. eheh. Tive uma conversa com a M e cheguei à conclusão que temos muito em comum e que nos devíamos dedicar à pesca porque rapazes não são o nosso forte (ahah). Não foi um dia muito bom mas há-de melhorar. Espero.
Tenho amigas e por vezes acho que já nem as reconheço, foi só mais uma desilusão e nem me vou dar ao trabalho de ser eu a tentar resolver. Falei com o P e é bom saber que podemos passar muito tempo sem falar e as coisas permanecerem iguais e recordamos as ‘tristezas’ do nosso décimo ano. eheh. Tive uma conversa com a M e cheguei à conclusão que temos muito em comum e que nos devíamos dedicar à pesca porque rapazes não são o nosso forte (ahah). Não foi um dia muito bom mas há-de melhorar. Espero.
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