Das tardes no rio e em tua casa. Das manhãs na marina. Dos
abraços, dos beijos e do simples entrelaçar das nossas mãos. Das palavras e do silêncio
nas trocas de olhares. Dos mimos, das caricias até as zangas e às discussões. Dos
telefonemas até as conversas que se prolongam. Do simples ‘adoro-te’ que me diz
tanto. Dos ciúmes, das birras e das tripes. Do início de Novembro até agora…e não
quero que isto tenha de acabar. São estas pequenas coisas que me fazem gostar
realmente de ti. Tenho medo que não penses da mesma forma que eu e isso
assusta-me...

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