sábado, 2 de junho de 2012


Das tardes no rio e em tua casa. Das manhãs na marina. Dos abraços, dos beijos e do simples entrelaçar das nossas mãos. Das palavras e do silêncio nas trocas de olhares. Dos mimos, das caricias até as zangas e às discussões. Dos telefonemas até as conversas que se prolongam. Do simples ‘adoro-te’ que me diz tanto. Dos ciúmes, das birras e das tripes. Do início de Novembro até agora…e não quero que isto tenha de acabar. São estas pequenas coisas que me fazem gostar realmente de ti. Tenho medo que não penses da mesma forma que eu e isso assusta-me...

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