Não te
consigo entender. Na realidade acho que nunca o consegui fazer muito bem. És
demasiado inconstante, nunca consigo entender muito bem o que queres. Se num
dia estamos mesmo bem, no dia seguinte já mal falas e já nem o mínimo dos mínimos
fazes. Isso deixa-me chateada, cansada e farta talvez. Não gosto de ouvir as
pessoas dizerem-me “com ele não tem futuro”…odeio! Entretanto, elas fazem-me
pensar…Eu luto e faço de tudo para que estejamos bem e tu fazes o oposto, ou
seja, não te esforças minimamente. Com isto não me estou a queixar. Nao. Mas sinceramente, não sei. Sei que gosto imenso
de ti e que me fazes um bem danado. Sinto-me mesmo bem quando estou contigo,
fazes-me sorrir mesmo quando dizes coisas disparatadas e eu quero ficar
chateada e na realidade nunca o consigo. No entanto, fazes-me muitas vezes tremer
de medo e as lágrimas começarem a cair com certas coisas que dizes, com outras
que vejo e até mesmo só por medo. Estúpida? Talvez. Nunca te pedi para termos
nada sério, nem precisamos disso para estarmos bem. Isto chega-me. Se tenho ciúmes?
Tenho, bastantes, mas aprendi a controla-los. Existem coisas que dizes,
inconscientemente talvez, que me conseguem magoar. Mas não te culpo por isso.
Quantas vezes já ignorei o que me dizem, e fiquei contigo? Quantas vezes te abracei e fiz de tudo para que ficássemos bem mesmo achando que não terias a razão toda? Não me arrependo de nada. Ninguém entende que vales a pena. Ninguém entende nem metade daquilo que nós temos. Também não me dou ao trabalho de o explicar. Eu adoro-te! Adoro quando sorris para mim e me olhas nos olhos, adoro quando me agarras e ficas assim durante imenso tempo, é tão reconfortante. Adoro quando estamos deitados na tua cama e tu me amarras para eu não poder sair de lá ou então quando decides pegar-me no colo e armares-te em forte. Oh adoro tanta coisa em ti. Sei bem que já fiz muita asneira, já te mostrei o meu lado mais insensível e infantil, já dei numa de obcecada…e arrependo-me disso. E tu és tão orgulhoso e esse teu orgulho deve ser dos meus maiores inimigos pois faz-te ser mau e arrogante. E eu não gosto disso. Pois sei que consegues ser o oposto. Só te peço que quando te sentires ‘cansado’ de mim, ou com vontade de estar com outra pessoa qualquer, penses bem em tudo que já tivemos e passamos desde Novembro. E se me dizem que o que temos é nada, então esse nada, resume-se a tudo.
Quantas vezes já ignorei o que me dizem, e fiquei contigo? Quantas vezes te abracei e fiz de tudo para que ficássemos bem mesmo achando que não terias a razão toda? Não me arrependo de nada. Ninguém entende que vales a pena. Ninguém entende nem metade daquilo que nós temos. Também não me dou ao trabalho de o explicar. Eu adoro-te! Adoro quando sorris para mim e me olhas nos olhos, adoro quando me agarras e ficas assim durante imenso tempo, é tão reconfortante. Adoro quando estamos deitados na tua cama e tu me amarras para eu não poder sair de lá ou então quando decides pegar-me no colo e armares-te em forte. Oh adoro tanta coisa em ti. Sei bem que já fiz muita asneira, já te mostrei o meu lado mais insensível e infantil, já dei numa de obcecada…e arrependo-me disso. E tu és tão orgulhoso e esse teu orgulho deve ser dos meus maiores inimigos pois faz-te ser mau e arrogante. E eu não gosto disso. Pois sei que consegues ser o oposto. Só te peço que quando te sentires ‘cansado’ de mim, ou com vontade de estar com outra pessoa qualquer, penses bem em tudo que já tivemos e passamos desde Novembro. E se me dizem que o que temos é nada, então esse nada, resume-se a tudo.

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